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Campanha da Portos do Paraná reforça uso dos equipamentos de segurança no Porto de Paranaguá


Foto: Pierpaolo Nota/Portos do Paraná

A Portos do Paraná lançou mais uma campanha interna pelo uso Correto dos Equipamentos de Proteção Individual no Porto de Paranaguá para oferecer eficiência ao mercado e ainda zelar pela segurança de todo o trabalhador. Ainda passando pelos efeitos da pandemia, período no qual todos aprenderam a importância das máscaras, a Gerência de Saúde e Segurança do Trabalho (GSST) reforça a importância de todos continuarem a usar também capacete, colete ou vestimenta refletiva, sapatos fechados, entre outros.


“Os Portos são referências pela produtividade e eficiência e isso é graças a todos os trabalhadores que atuam aqui e ao nível de segurança que oferecemos e cobramos de todos”, diz o diretor presidente Luiz Fernando Garcia. “Por isso, é fundamental estar sempre reforçando a necessidade do uso dos equipamentos de segurança para que possamos voltar para casa, no final do dia, satisfeitos por mais uma jornada cumprida e sem acidentes”.

A campanha pelo uso correto dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) faz parte do calendário de campanhas mensais da GSST e, neste mês de março, ganha esse destaque. “Esses equipamentos representam a proteção do trabalhador. Em alguns momentos, quando nem todos os sistemas de proteção coletiva são suficientes, é necessário que a gente também implemente proteções diretamente no trabalhador”, explica José Sbravatti, gerente da GSST.


Essa é uma regra básica para o acesso de qualquer trabalhador à faixa portuária. “Para fazer o acesso às instalações operacionais os trabalhadores precisam utilizar, no mínimo, capacete, colete com faixas refletivas, uniforme ou vestimenta de alta visibilidade e o calçado de segurança com biqueira”, afirma a técnica em Segurança do Trabalho, Jamile Marçal, que serviu de modelo para os impressos da campanha.


Para a empresa pública, esses equipamentos são muito importantes para todas as atividades diárias, sejam elas realizadas em qualquer realidade operacional, como terminais, galpões, indústrias e, principalmente, na zona primária (cais).


“A utilização adequada desses equipamentos representa a valorização da saúde, da segurança do trabalhador e a ciência de que um equipamento desse pode, sim, em muitos momentos, salvar a vida de alguém e contribuir para que a gente tenha um ambiente seguro em todas as frentes de trabalho”, diz Luiz Fernando Garcia.

Por isso, ressalta José Sbravatti, as campanhas precisam ser frequentes para que todos mantenham a atenção antes de iniciar o trabalho. “Vamos fazer diversas inserções orientando os trabalhadores, fazendo os Diálogos de Segurança, palestras itinerantes na entrada da zona primária, para conscientizar que o acesso a uma área operacional não pode ser feito de qualquer maneira, mas, sim, de uma forma segura e preparado para todas as atividades que irá realizar”, acrescenta.


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