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DEPUTADO GALO VOTOU CONTRA A NÃO OBRIGATORIEDADE DO USO DE MÁSCARA


Foto: Susan Massolin

Depois de tramitar em regime de urgência pela Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa, o projeto de lei de autoria do governo do Estado 76/2022 que flexibiliza o uso de máscaras em locais abertos em todo o Estado do Paraná, foi aprovado em segundo turno nesta quarta-feira ( 16 ) e agora segue para sanção do governador Ratinho Junior devendo ser aprovado rapidamente e entrar em vigor já nas próximas horas em todo o Paraná. Foram 45 votos a favor e apenas 06 votos contra o mesmo placar verificado nos dois turnos de votação.


O projeto agora aprovado, substitui o antigo, editado em 28 de abril de 2.020, de número 20.189 no auge da pandemia, e obrigava desde então, o uso de máscaras em locais abertos ou fechados em todo o Estado, independente de ser um local com poucas ou muitas pessoas no ambiente, o que vinha sendo cumprido até agora e depois de dois anos, perderá sua validade em locais abertos, ao ar livre, como ruas parques praças, espaços esportivos, estádios de futebol e outros locais abertos, e permanecendo a obrigatoriedade apenas para os espaços fechados.


Apesar de pertencer á base de apoio ao governo, o deputado Galo votou contra o projeto, por achar cedo ainda se permitir a retirada da máscara, por analisar que ao contrário do que muita gente pensa, a pandemia da Covid-19 ainda não terminou pois as mortes ainda estão perto de 400 diárias no Brasil, além de ainda ter muita gente internada nos hospitais, sem contar os casos recentes de variantes que estão surgindo na China que nas últimas horas determinou o fechamento de várias cidades e determinado que milhões de pessoas permaneçam totalmente isoladas em casa para evitar a proliferação dessas nonas variantes.


Desde o início dessa discussão, e o início dos debates sobre a possibilidade de uma flexibilização, o deputado Galo sempre se mostrou contrário á esta liberação e se mantém nessa posição, e acredita que os governos, municipal, estadual e federal poderiam, através de seus órgãos oficiais, esperar um pouco mais para adotar estas medidas de afrouxamento da lei.


Antônio Carlos Ribas

DRT - 0011938 PR



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